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Eduardo Araújo e Silva*

Qual a sua marca? É a voz? Claro, mas pode ser também o domínio de palco. Quem sabe some-se a isso o uso eficiente do microfone? A beleza física? E a cumplicidade dos músicos, a escolha do repertório, o solfejo moderno ou a iluminação que nem precisava?

Sim, Lucinnha Bastos tem a Luz própria dos predestinados. Ninguém se cansa de ouvi-la. Os seus muitos súditos a acompanham pela noite, pelas madrugadas, respeitosos e aquecidos.

*Jornalista e Produtor Cultural

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Paulo Sérgio Azevedo da Silva*

Nas duas casas noturnas que tive os freqüentadores insistiam pedindo shows de Lucinnha Bastos. Três fatos mostravam-me que o caminho era atender à exigência: o cliente sempre tem razão, as apresentações dela eram marcadas por casa cheia e, finalmente, era nítida a unanimidade da alegria nas faces.

*Empresário

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Alberto Silva Neto*

À primeira vista, impressionam em Lucinnha Bastos a bela voz e a excelente técnica vocal, que a fazem transitar com maestria entre tantos estilos musicais, sem jamais perder a sua identidade. Um olhar mais atento, porém, revela maturidade artística aliada a uma rara atitude profissional. Numa época em que o mercado dita as regras, é um alento ver um artista que tem no compromisso com a paixão o sentido maior de sua arte. Tudo isto faz de Lucinnha Bastos, sem dúvida, um dos mais importantes nomes da cultura paraense do nosso tempo.

*Jornalista, Ator e Apresentador de TV

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Norberto Medeiros*

Lucinnha Bastos chegou e arrasou. A nossa Cervejaria Liverpool, às sextas-feiras, é dela. Seu carisma de palco e seu repertório trazem sempre os antigos fãs e novas conquistas.

*Empresário

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Edgar Augusto Proença*

Ainda bem que pra nós, aqui do Pará, Lucinnha Bastos não pegou o "Ita". Podia estar lá no topo, com o nome cantado em prosa e verso por todo o País. Mas entregou sua arte de cantar aos conterrâneos, que podem ouvir sua voz, maravilhar-se com suas interpretações e observar sua técnica primorosa, seja nos bares ou nos teatros. Tê-la tão perto é um privilégio. Que saibamos aproveitar.

*Jornalista, Radialista e Divulgador Cultural

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Margareth Perucci*

Diz um ditado paraense "Chegou ao Pará, Parou! Bebeu açaí, ficou!" Adicione-se a isso: "Ouviu Lucinnha, se encantou!" Ouvi-la cantar é entrar na alma da música paraense; é flutuar nas ondas de uma voz única e bela; é ter mais um motivo para se apaixonar pelo Pará. Não lhe faltam, além do indiscutível talento, carisma, alegria e um jeito lindo e todo paraense de ser ao cantar. Programa obrigatório para quem quer apreciar a cultura paraense. Não deixe de pedir a música "Pra dançar Carimbó". Uma gracinha na voz dela...

*Professora de São Paulo

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Elaine Wanzeler*

"...lindo te ver interpretar as canções de Waldemar Henrique. Levei meu sobrinho de 5 anos para assistir esta comemoração e ele também ficou encantado.

Espero que espetáculos como este possam se tornar cada vez mais presentes em nosso cenário cultural, a gente merece!"

Fã*